Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Broadcast Quant
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
13 de março de 2026
Por Altamiro Silva Junior e André Marinho
São Paulo, – O CEO do Itaú Unibanco, Milton Maluhy Filho, deve ser o nome que vai substituir, a partir de abril, o lugar de Luiz Carlos Trabuco, presidente do conselho do Bradesco, no comando do conselho diretor da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), de acordo com fontes.
Maluhy foi indicado para o posto em chapa única, segundo um interlocutor. A assembleia para votar a chapa deve ocorrer no começo de abril e a posse, logo em seguida.
Historicamente, tem havido uma alternância no comando do conselho da Febraban entre os dois maiores bancos privados do País.
Trabuco assumiu o posto em março de 2024, para terminar o mandato de Octavio de Lazari Junior, que era o presidente do Bradesco, mas renunciou ao cargo em novembro de 2023. No Bradesco, Lazari foi substituído por Marcelo Noronha.
Antes de Lazari, o chefe do conselho da Febraban era o banqueiro Pedro Moreira Salles, atualmente copresidente do conselho de administração do Itaú.
Pelas regras de governança da entidade, o conselho diretor é formado por representantes das instituições financeiras associadas e tem mandato de três anos. O número de membros pode variar entre 18 e 30. As normas preveem a possibilidade de o presidente do colegiado ser reconduzido ao posto apenas uma vez, conforme votação dos integrantes. Na diretoria executiva, o presidente é Isaac Sidney, que está no cargo desde 2020.
O novo comando da Febraban toma posse em um momento desafiador do mercado, em meio aos desdobramentos do escândalo do Banco Master, que já levou a liquidação de outros bancos envolvidos, e provocou a necessidade de recapitalizar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), após um rombo de mais de R$ 50 bilhões. O setor também lida com desafios de competição em meio ao avanço das fintechs.
Contato: altamiro.junior@estadao.com; andre.marinho@estadao.com
Veja também