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23 de fevereiro de 2026
Por Marianna Gualter
Brasília, 23/02/2026 – A mediana do relatório Focus para o déficit primário do setor público consolidado em 2026 seguiu em 0,50% do Produto Interno Bruto (PIB). Há um mês, era de 0,53%. A meta fiscal deste ano é de um superávit primário de 0,25% do PIB nas contas do governo central, com tolerância de 0,25 ponto porcentual do PIB para mais ou para menos.
Para 2027, a mediana para o déficit oscilou de 0,41% do PIB para 0,42%. Há um mês, era de 0,40%. O alvo do próximo ano é um superávit de 0,50% do PIB, também com intervalo tolerância de 0,25 ponto porcentual.
As projeções de fiscal do Focus costumam indicar déficits maiores do que a meta do governo por duas razões. Elas se referem ao setor público consolidado (governo central, Estados, municípios e empresas estatais, exceto Petrobras e Eletrobras), enquanto o alvo vale apenas para o governo central. Além disso, vários gastos não são contabilizados na meta fiscal, como o pagamento de precatórios.
Nominal
A estimativa intermediária para o déficit nominal de 2026 diminuiu de 8,60% do PIB para 8,58% do PIB, depois de quatro semanas de estabilidade. A mediana para o rombo nominal de 2027 oscilou de 8,01% para 8,00% do PIB. Quatro semanas atrás, era de 7,85%.
O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. O resultado nominal reflete o saldo após o gasto com juros e outras despesas financeiras.
A mediana para a dívida líquida do setor público (DLSP) como proporção do PIB em 2026 diminuiu de 70,20% do PIB para 70,00%. Há um mês, era de 70,36%. A estimativa intermediária para 2027 aumentou de 73,80% para 73,85%, depois de quatro semanas de estabilidade.
Contato: marianna.gualter@broadcast.com.br
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast.
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