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23 de fevereiro de 2026
Por André Marinho
São Paulo, 23/02/2026 – A presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin), Cristiane Coelho, forneceu detalhes sobre o cronograma de adoção do split payment, previsto para começar no ano que vem de maneira faseada. Considerado um elemento central da reforma tributária, o mecanismo separa automaticamente o valor do imposto e o recolhe diretamente para o governo no momento da venda.
Em workshop sobre o tema, em São Paulo, Coelho explicou que o objetivo é iniciar a implementação do split pelo TEF (transferência eletrônica de fundos) em fevereiro de 2027, antes de aplicá-lo ao TED e PIX estático em abril. Na sequência, em junho, o sistema funcionará com o PIX QR Code. Inicialmente, a aplicação será facultativa, apenas em transações entre pessoas jurídicas (B2B). “A gente quer sair com pelo menos um meio de pagamento com o split em fevereiro de 2027”, disse.
“Todos esses marcos, de fevereiro a junho de 2027, ocorrerão em modelo de produção assistida e escalonada, ou seja, com poucos contribuintes em um ambiente controlado para estes”, disse Coelho. “E ai começamos a operação do split payment de forma full [completa] em outubro de 2027″.
Antes da implementação, o setor financeiro ainda aguarda a publicação de regulamentações do governo sobre alguns pontos relativos ao sistema. Segundo Coelho, a expectativa é de que as primeiras informações sejam editadas entre meados e final de março.
O setor também está discutindo com o governo o modelo de remuneração das instituições que vão operacionalizar o split payment. “Essa é uma discussão nada fácil”, definiu a presidente da Fin. “Mas acho que já fomos longe em questões técnicas e, agora, temos uma questão orçamentária para lidar”, acrescentou.
Contato: andre.marinho@estadao.com
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