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12 de março de 2026
As medidas lançadas pelo governo nesta quinta-feira, 12, com o objetivo de conter a alta dos combustíveis são “necessárias” diante da disparada do petróleo por causa da guerra no Irã, afirma a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), por meio de nota.
“A previsibilidade no custo de combustíveis é fundamental para preservar a competitividade da indústria e evitar pressões adicionais sobre a inflação”, afirma o presidente da entidade, Flávio Roscoe.
O Executivo anunciou uma série de medidas para impedir uma disparada nos preços do diesel nesta quinta-feira, incluindo isenção de PIS e Cofins sobre o combustível e uma subvenção a produtores. O custo dessas ações, estimado em R$ 30 bilhões em 12 meses, deve ser compensado por um imposto de 12% sobre exportações de petróleo.
Segundo a Fiemg, esse episódio mostra “desafios estruturais” que a economia brasileira vai enfrentar.
Roscoe afirma, na nota, que a reforma tributária sobre o consumo, em implementação, vai diminuir a margem de manobra que o governo tem para reagir rapidamente a choques externos.
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