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5 de janeiro de 2026
Por Aline Bronzati, correspondente
Nova York, 05/01/2026 – O embaixador dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas, Mike Waltz, disse que o país não está ocupando a Venezuela e que a operação do último sábado, dia 03, foi uma ‘aplicação da lei’ diante de acusações legais que existem há décadas. Segundo ele, foram dadas múltiplas ofertas ao ditador Nicolás Maduro para desescalar as tensões que culminaram no ataque do fim de semana.
“O Presidente (Donald) Trump deu uma chance à diplomacia. Ele ofereceu a Maduro múltiplas ofertas. Ele tentou desescalar. Maduro se recusou a aceitá-las”, disse Waltz, durante reunião extraordinária do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), realizada nesta manhã, em Nova York.
Ele afirmou ainda que os EUA acreditam que um ‘futuro melhor’ para o povo da Venezuela e do mundo é estabilizar a região. “Os Estados Unidos não vacilarão em nossas ações para proteger os americanos da praga do narcoterrorismo e buscar paz, liberdade e justiça para o grande povo da Venezuela”, acrescentou.
A reunião extraordinária do CSNU acontece na sede da ONU, em Nova York, a pedido da Colômbia, com apoio de Rússia e China.
Mais cedo, representantes da Colômbia, Rússia e China condenaram os ataques dos EUA à Venezuela e pediram que haja uma solução diplomática. A Rússia criticou o atos, apontando ‘hipocrisia e cinismo’. Já a China acusou os EUA de sequestrarem Maduro e sua esposa e disse que está “profundamente chocada” com o ataque americano à Venezuela, reafirmou postura divulgada no sábado.
Metade dos discursos previstos já foram realizados, incluindo ainda países como Reino Unido, França, Panamá e outros. No cronograma de inscritos, constam 25 falas. O Brasil também pediu para participar e deve ser o 20º a discursar, conforme lista prévia de participantes obtidos pela Broadcast.
Em sua fala, o membro permanente do Brasil na ONU, Sérgio Danese, deve reafirmar a posição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o ataque americano à Venezuela, conforme fontes em Nova York. O petista afirmou, no último sábado, que a operação ultrapassou uma “linha inaceitável” e que foi uma “afronta gravíssima à soberania da Venezuela”.
No discurso de abertura da reunião, a vice-secretária-geral da ONU, Rosemary DiCarlo, disse que a organização está “profundamente preocupada que as regras do direito internacional não tenham sido respeitadas em relação à ação militar de 3 de janeiro”.
Contato: aline.bronzati@estadao.com
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