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28 de janeiro de 2026
Por Bruna Camargo
São Paulo, 28/01/2026 – O fundador e diretor de investimentos (CIO, na sigla em inglês) da Legacy Capital, Felipe Guerra, avalia ser mais difícil investir no setor de tecnologia agora do que há dois anos. Para ele, essa complexidade é um dos três temas que têm ditado uma alocação mais diversificada atualmente, sendo os outros dois o crescimento de economias globalmente e a desconfiança com os Estados Unidos.
“Hoje está mais complexo investir em tecnologia do que há dois anos. Temos uma carteira que mexe pouco em ações, investimos em cloud [nuvem] desde 2018, e continuamos investidos. Mas a quantidade de reuniões antes era de uma vez por mês, hoje é quase todo dia. Tem novos modelos, novos chips, novas tecnologias, e tem sido mais desafiador investir no setor. Então faz mais sentido estar mais ‘espalhado'”, afirmou Guerra, durante o evento Latin America Investment Conference (LAIC), promovido pelo UBS e UBS BB.
Além da questão da tecnologia, ele destaca que há mais dois temas importantes para diversificação de investimentos no momento. O gestor observa que as economias estão indo bem, com o mundo crescendo igual os Estados Unidos, o que possibilita a diversificação. Ainda, há uma desconfiança com os Estados Unidos em si, o que sugere o fluxo para outras bolsas.
“Temos buscado temas que diversifiquem nossa carteira”, diz Guerra. Entre as alocações, ele cita os setores de energia e semicondutores, sendo a TSMC a maior posição, e também mercados emergentes, como China, e empresas que se beneficiam da “Big Beautiful Bill” do governo Trump.
Contato: bruna.camargo@estadao.com
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