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16 de setembro de 2025
Por Daniel Tozzi e Francisco Carlos de Assis
São Paulo, 16/9/2025 – Apesar das recentes tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos, economistas do mercado financeiro que participaram hoje do J.Safra Investment Conference, em São Paulo, avaliam que o cenário global deve seguir benigno ao País, apoiando, sobretudo, a valorização do real.
Durante o painel “Brasil 2026-2027: cenários e perspectivas”, o economista-chefe da Kapitalo Investimentos, Carlos Viana, avaliou que há uma conjunção de fatores “estruturais e cíclicos” que têm contribuído para a fraqueza global do dólar.
Ele mencionou, ainda, que os sinais de desaceleração da economia americana devem levar o Federal Reserve (Fed) a reduzir o grau de aperto monetário, com o juro dos EUA caindo de 4,5% para mais perto de 3,75% ao longo dos próximos meses.
O economista-chefe da Safra Asset, Daniel Weeks, destacou ainda que, sem crescimento robusto nos EUA e com os juros americanos mais baixos, o fluxo de recursos via carry trade para países emergentes deve seguir.
Também presente no painel, o economista-chefe do Banco Safra, Eduardo Yuki, observou que a perspectiva é de um desaquecimento econômico global, não só nos Estados Unidos. “Não é uma recessão, mas expansões menores nos EUA, China e União Europeia”, disse ele.
Yuki ponderou ainda que o grau de incerteza que os EUA atravessaram nos primeiros meses da administração do presidente Donald Trump também levou a um arrefecimento no mercado de trabalho, o que trouxe impactos de baixa para o consumo. “É um ambiente que ajuda a desinflacionar o mundo e consequentemente emergentes”, destacou.
Contato: daniel.mendes@estadao.com; francisco.assis@estadao.com
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