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14 de janeiro de 2026
Por Leticia Fernandes, do Estadão
Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) admitiram incômodo e um “clima tenso” entre ele e Michelle Bolsonaro depois que a ex-primeira-dama postou, nesta terça-feira, 13, vídeo do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fazendo críticas ao governo do presidente Lula (PT).
Apesar do aceno a Tarcísio, o entorno bolsonarista avalia que o movimento da ex-primeira-dama seria um “ato de desespero” por estar perdendo espaço com a consolidação da pré-candidatura de Flávio à Presidência.
Interlocutores citam dado da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 14, que pergunta se Jair Bolsonaro teria errado ao apoiar a candidatura do filho e, neste caso, quem ele deveria ter escolhido para substituí-lo. Apenas 11% dos entrevistados citam Michelle como a possível sucessora do ex-presidente, contra 19% na pesquisa de dezembro. O mais citado é Tarcísio, com 27%.
“A gente entende esse movimento como essa mágoa de estar perdendo espaço, ela está chateada, mas nada que não seja conciliável”, diz um aliado. “Claro que fica uma rusga, uma tensão, mas Flávio é sempre a favor do diálogo. Ela vai ter bastante espaço num eventual governo dele”, brinca.
Um dos dados que animou o entorno do senador Flávio Bolsonaro foi o de que 38% dos entrevistados ainda não sabiam que Jair Bolsonaro apoiou formalmente a candidatura do filho 01.
“Tem um mar ainda para ele navegar para consolidar a candidatura, esse é o entendimento na base. A gente achou boa a pesquisa de hoje, e permanecem as indicações que a gente já tinha, de falar com independentes e com a direita não bolsonarista, é isso que a gente vai trabalhar nos próximos meses”, disse outro aliado.
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