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18 de dezembro de 2025
Por Jean Mendes
São Paulo, 18/12/2025 – O Brasil é o líder isolado na América Latina na adoção de stablecoins em moeda local, segundo o relatório “The State of Local Stablecoins – Latam” da Iporanga Ventures, – criptomoedas atreladas à moeda corrente local, no caso do Brasil são atreladas ao real (R$). O Brasil é responsável por 69% do volume transacionado no ano. As principais stablecoins locais são: BRZ, BRL1 BBRL e BRLV
Até o fim de 2025, o país deve ultrapassar sozinho US$ 4 bilhões (R$ 21,3 bilhões) em operações on-chain – ou seja, registrado diretamente na blockchain. As stablecoins de real já ocupam a posição de terceiro maior mercado do mundo em supply (oferta) e volume, atrás apenas do dólar e do euro.
Até o momento, Brasil, México e Colômbia movimentaram US$ 4,8 bilhões (R$ 25,6 bilhões) em stablecoins locais ao longo de 2025. As projeções indicam que o volume total deve superar US$ 6 bilhões (R$ 32 bilhões) até dezembro, reforçando o amadurecimento acelerado do setor na região.
Conheça as principais stablecoins atreladas ao real
O relatório da Iporanga afirma que, entre os motivos desse aumento na utilização do criptoativo, está a entrada de empresas de pagamentos, fintechs e outras instituições financeiras. Os novos entrantes trouxeram escala, previsibilidade e novos casos de uso, “fortalecendo as stablecoins locais como ponte entre economias latino-americanas e a economia global”, diz o documento.
Os dados indicam que o principal caso de uso das stablecoins locais hoje envolve operações de câmbio e pagamentos internacionais. “Stablecoins locais estão se tornando uma ponte entre a economia latino-americana e o sistema financeiro global. Elas já movimentam bilhões de dólares – e dezenas de bilhões de reais -, estão sendo adotadas por instituições e começam a reescrever como câmbio e pagamentos acontecem on-chain“, afirma Rodrigo Trindade, Líder de pesquisa da Iporanga Ventures.
Mercado tradicional absorvendo a nova tecnologia
O mercado tradicional tem se movimentado para se adaptar ao movimento cripto, inclusive em relação às stablecoins. Um exemplo disso é o anúncio feito ontem pela Visa, que apresentou sua nova prática global de consultoria nesse tipo de criptomoeda.
O novo serviço da Visa Consulting & Analytics (VCA) oferece recomendações e insights para orientar bancos, fintechs, estabelecimentos comerciais e empresas de todos os portes em ajuste ao mercado, estratégia e implementação em stablecoins.
Em nota, a empresa afirma: “Em um momento em que a capitalização de mercado das stablecoins já passa de US$ 250 bilhões e o volume de liquidações da Visa alcança uma taxa anualizada de US$ 2,5 bilhões, a nova Prática de Consultoria em Stablecoins da Visa chega para ajudar empresas a desbloquear oportunidades de crescimento”.
Além disso, a empresa diz que está preparando as instituições financeiras e empresas da América Latina e do Caribe para acelerar a inovação e desbloquear novas oportunidades de crescimento.
Contato: jean.mendes@broadcast.com
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