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13 de abril de 2026
Por Wilian Miron
São Paulo, 13/04/2026 – O setor de educação no Brasil deve enfrentar pressão nas margens, principalmente por conta da maior exposição ao ensino presencial on-campus e mudanças regulatórias, destacam os analistas do Bank of America (BofA), Flavio Yoshida e Mirela Oliveira, em relatório.
Ainda assim, segundo eles, a geração de caixa tende a permanecer resiliente, apoiada pelo aumento da ocupação dos campi e pela queda dos juros. Nesse cenário, as ações preferidas do banco são Ânima e Ser Educacional, que combinam marcas fortes, maior exposição ao presencial e crescimento impulsionado por cursos de medicina.
A Ânima Educação é a principal recomendação do banco, com classificação de compra. Os analistas elevaram a expectativa de captação de alunos para 2026 e veem a empresa bem posicionada para capturar ganhos com a retomada do ensino presencial. Apesar disso, a margem Ebitda deve recuar levemente por custos regulatórios. A empresa também deve se beneficiar da queda de juros, dado seu nível de alavancagem. O relatório projeta forte geração de caixa (FCFE de R$ 325 milhões, com yield de 18%) e destaca valuation atrativo.
A Ser Educacional também aparece como destaque, com classificação compra e preço-alvo de R$ 17 por ação, antes era R$ 15. O banco vê potencial de revisão positiva de resultados, impulsionada pela maturação das vagas de medicina, maior ocupação dos campi e redução das despesas financeiras. A projeção é de lucro líquido de R$ 303 milhões em 2026 e yield de FCFE de 16%, reforçando a visão de crescimento consistente de resultados e geração de caixa.
Entre os demais nomes, a Vitru tem recomendação neutra, devido à pressão de curto prazo na geração de caixa causada por aumento de investimentos para se adaptar às novas regras. Já a Cruzeiro do Sul Educacional mantém recomendação compra, mesmo com pressão de margem no curto prazo, sustentada por um valuation descontado e elevado retorno de caixa, com yield de cerca de 20%.
Contato: wilian.miron@estadao.com
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