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Anbima/P. Rudge: ainda não vemos impacto da transparência de taxas/fundos porque regra é recente

6 de abril de 2026

Por Juliana Garçon

Rio, 06/04/2026 – O diretor da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) disse há pouco que a transparência de taxas dos fundos de investimento, instituída pela Resolução 175, editada em dezembro de 2022. O executivo participa na manhã de hoje do Congresso de Fundos de Investimento da OAB-RJ, no centro do Rio.

A regra da transparência da remuneração foi uma mudança relevante, sensível e muito importante, cuja implementação necessitou de alguns ajustes, disse Rudge, lembrando que até então havia, no regulamento dos fundos, apenas uma taxa única e global de administração. “A resolução 175 trouxe a segregação de taxas com visão de que é importante para o investidor saber quanto está pagando para cada prestador de serviços, principalmente a taxa de distribuição.”

Segundo o executivo, que também é sócio da Leblon Equities, a abertura de taxas pode impactar a relação comercial entre gestores e distribuidores.

Porém, lembrou, como Resolução 175 – também chamada de Marco Regulatório dos Fundos de Investimento – ainda é nova, os impactos da norma ainda não ficaram claros. O arcabouço entrou em vigência em outubro de 2023. “Ainda não vemos impacto no mercado porque a regra é relativamente recente.”

Contato: juliana.garcon@estadao.com

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