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17 de março de 2026
Por Altamiro Silva Junior
São Paulo, 17/03/2026 – As ofertas subsequentes de ações, os chamadas follow-ons, tiveram recuperação em 2026 e movimentaram R$ 12,9 bilhões no primeiro bimestre – R$ 7,9 bilhões em janeiro e R$ 5,0 bilhões em fevereiro. Esse volume já corresponde a 83% de todo o montante captado em 2025, de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Em janeiro e fevereiro, as captações no mercado de capitais somaram R$ 106,7 bilhões, alta de 15,7% em relação ao período do ano passado, segundo a Anbima. Só em fevereiro, o volume alcançou R$ 46,6 bilhões, praticamente estável em relação ao mesmo mês de 2025 (+0,5%).
Na visão do presidente do Fórum de Estruturação de Mercado de Capitais da Anbima, Guilherme Maranhão, o fato de os follow-ons alcançarem uma parcela tão grande do volume de 2025 em dois meses pode sinalizar uma reabertura estrutural do mercado, e não apenas pontual, ressalta em nota à imprensa.
Olhando apenas para fevereiro, as captações com debêntures (corporativas e incentivadas) permaneceram como o principal instrumento, com R$ 26,9 bilhões levantados. Já as notas comerciais somaram R$ 722 milhões. Nos títulos de securitização (FIDCs, CRIs e CRAs), as captações somaram R$ 9,5 bilhões. Já os fundos de investimento imobiliários levantaram R$ 4,1 bilhões em emissões.
Contato: altamiro.junior@estadao.com
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