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23 de março de 2026
O Agibank, focado em crédito consignado, teve lucro líquido de R$ 214,9 milhões no quarto trimestre de 2025, anunciou o banco nesta segunda-feira, 23, em seu primeiro balanço desde que abriu o capital na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), em janeiro. Em 2025, o banco teve ganho acumulado de R$ 1,046 bilhão, crescimento de 32% ante 2024.
O retorno sobre o patrimônio (ROE, na sigla em inglês) ficou em 35,8%, ante 44,4% há um ano. As receitas totais do Agibank somaram R$ 2,9 bilhões no quarto trimestre, alta anual de 38,4%.
O banco fechou dezembro com carteira de crédito de R$ 34,8 bilhões, alta anual de 43,9% e de 1,1% no trimestre. Desse total, 86% é de crédito com garantia, como o consignado, acima do porcentual de 83% do quarto trimestre de 2024.
A taxa de inadimplência, considerando os atrasos acima de 90 dias, ficou em 3,7% no quarto trimestre, ante 2,6% no terceiro e 3% no final de 2024.
“Somos o único banco desafiante credenciado como pagador de salários para a maior folha de pagamentos da América Latina – o sistema de Previdência Social Brasileiro, um mercado com mais de 42 milhões de pessoas”, afirma o fundador, CEO e Presidente do Conselho do Agibank, Marciano Testa, ao apresentar o balanço.
Ele ressalta que os clientes do banco “foram deixados de lado” pelo sistema bancário tradicional, e as fintechs e bancos digitais “têm dificuldade em atendê-los de forma mais eficaz”.
Em número de clientes, o Agibank fechou dezembro com 6,7 milhões, expansão anual de 73%. Entre os indicadores de capital, o índice de Basileia, que mede a solvência e mostra a capacidade de expansão no crédito, fechou o ano em 15,5%, acima dos 11% exigidos pelo Banco Central. Ao final de 2024, o indicador estava em 14%.
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