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7 de abril de 2026
Por Circe Bonatelli
São Paulo, 07/04/2026 – Um grupo de detentores de títulos de dívidas da Oi pediu à Justiça dos Estados Unidos que impeça a venda da participação da companhia na V.tal, que foi validada pela Justiça do Brasil na semana passada.
A fatia de 27,5% da Oi na V.tal foi vendida pelo valor de R$ 4,5 bilhões a fundos do BTG Pactual, montante 63% abaixo do piso estabelecido no edital, que era de R$ 12,3 bilhões.
Os termos foram rechaçados por 92,1% dos credores financeiros, que serão pagos com os recursos da venda. O plano da recuperação da Oi exigia a aprovação de ao menos 60% desse grupo para chancelar a alienação do ativo por um valor abaixo do edital.
Por sua vez, a 7ª Vara de Recuperações e Falências do Rio de Janeiro homologou a venda mesmo assim, sob a justificativa de que esse grupo de credores não teria “direito absoluto de aprovação”, uma vez que o dinheiro seria importante também para quitar outros passivos da Oi.
Os credores financeiros recorreram ao Tribunal de Falências de Nova York reivindicando que o plano de recuperação judicial da Oi seja cumprido na sua letra fria, de modo que a venda do ativo não seja consumada nesses termos. O grupo sustenta que consumar a venda e/ou distribuir os recursos violaria os contratos já estabelecidos. A petição aponta também litígios no Brasil, incluindo ação da Oi tentando arrestar créditos e suspender direitos políticos de voto dos credores.
A ação nos EUA ocorre porque a Oi fez uma emissão de títulos de dívida no exterior no passado e porque o plano de recuperação judicial da operadora foi homologado também pela Justiça norte-americana.
Contato: circe.bonatelli@estadao.com
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