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24 de março de 2026
A Constellation corrigiu o valor do prejuízo obtido em 2025 para US$ 137,5 milhões, abaixo do informado anteriormente, que era de US$ 146,4 milhões. A empresa explica que o valor mais elevado incluía toda a frota (própria e de terceiros). Segue o texto corrigido:
A Constellation Oil Services, maior empresa de perfuração de poços de petróleo offshore no Brasil, registrou prejuízo de US$ 137,5 milhões em 2025, contra as perdas de US$ 42 milhões um ano antes. Segundo o diretor financeiro da companhia, Daniel Rachman, o resultado contábil não impacta o caixa, e foi decorrente de impairment e depreciação.
“A gente tem, primeiro, um item que é um ajuste de impairment, que nada mais é do que um ajuste do valor dos ativos que a gente carrega dentro do nosso balanço. E o segundo é o item de depreciação, que é a mesma coisa. Ou seja, todos os ativos que a gente tem, eles estão sendo depreciados, e isso impacta ali o lucro contábil, mas não impacta a caixa”, explicou Rachman à Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
A Constellation terminou 2025 com US$ 228 milhões em caixa, acima dos US$ 183 milhões de 2024, e backlog de US$ 1,7 bilhão. A dívida líquida recuou de US$ 460 milhões para US$ 418 milhões, enquanto a disponibilidade operacional (uptime) da frota chegou a 95% no ano.
Segundo Rachman, apesar da perda contábil, o ano passado foi excelente para a companhia, com o Ebitda ajustado de US$ 233 milhões no ano, 37% acima do guidance inicial, com margem de 39% sobre a receita. “A gente teve um resultado financeiro bastante acima da expectativa do mercado”, afirmou o diretor.
A receita líquida foi de US$ 597 milhões, crescimento de 6% em relação a 2024, em um cenário de maior eficiência na gestão das unidades. A empresa disse que o resultado se deve à alta utilização da frota, à renovação de contratos e à execução de transições operacionais consideradas relevantes.
No período, as sondas Gold Star e Atlantic Star tiveram os contratos estendidos com a Petrobras até o fim do ano, enquanto Alpha Star e Laguna Star passaram por transições contratuais, também com a Petrobras, a taxas diárias mais competitivas, segundo a empresa.
“No nosso segmento, pelo fato da gente carregar mais de US$ 2 bilhões em ativos, que são as nossas sondas, todas as plataformas da companhia, é muito normal quando você tem um investimento tão intenso de capital, que a gente tenha essa depreciação muito robusta. E também esse impairment como ajuste contábil”, disse Rachman.
A Constellation informou que também iniciou as operações do navio-sonda Tidal Action e da plataforma jackup Admarine 511 com a Petrobras, ampliando a atuação na operação de ativos de terceiros.
“Os resultados de 2025 demonstram a solidez da nossa operação, com elevada utilização da frota, novos contratos em bases mais atrativas e a conclusão de transições relevantes”, afirmou em nota o CEO da Constellation, Rodrigo Ribeiro.
Segundo ele, a combinação fortaleceu a geração de caixa e posicionou a companhia para capturar oportunidades de um novo ciclo de crescimento no offshore brasileiro.
A empresa disse liderar o Sondópolis, ranking da Petrobras – seu principal cliente -, que considera eficiência, segurança e ausência de incidentes. Para 2026, a Constellation prevê o uplisting (migração da listagem das ações da Constellation para o principal segmento da bolsa de Oslo), sujeito a aprovações finais, com o objetivo de ampliar o acesso a investidores e a liquidez das ações.
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