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18 de março de 2026
Por André Marinho
São Paulo, 18/03/2026 – O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, defendeu a cooperação da indústria financeira para enfrentar os riscos à segurança do setor.
“A indústria financeira não pode competir nessas frentes. Precisa atuar em regime de cooperação para enfrentar os golpes, fraudes e ataques cibernéticos”, argumentou, em discurso na abertura do evento Febraban Sec, em São Paulo.
Sidney afirmou que, nos últimos anos, houve um rápido movimento de democratização do acesso a serviços e produtos financeiros globalmente. Por outro lado, o cenário também é marcado pela exposição a riscos emergentes. “Estou aqui me referindo a riscos que estão, de alguma forma, relacionados com a inovação e com a digitalização dos serviços financeiros”, disse.
O presidente da Febraban citou ainda o desafio de alinhar inovação e competição com segurança, integridade e estabilidade financeira. “Nós vivemos um sistema financeiro global que opera em tempo real, que é intensivo no compartilhamento de dados, que é altamente interconectado e profundamente dependente da tecnologia e da inovação”, ressaltou.
O secretário-geral da Federação Latino-americana de Bancos (Felaban), Giorgio Trettenero, alertou que a cibersegurança representa um possível risco sistêmico ao setor financeiro e pode ameaçar, inclusive, a atividade econômica de um país.
Contato: andre.marinho@estadao.com
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