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5 de março de 2026
São Paulo, 05/03/2026 – O Ministério Público de São Paulo e a Polícia Federal cumprem 13 mandados de prisão e buscas em delegacias de São Paulo, nesta quinta-feira, segundo a GloboNews e G1. Ao menos quatro pessoas em uma operação contra um esquema de corrupção sistêmica e lavagem de dinheiro que teria se instalado em departamentos estratégicos da Polícia Civil de São Paulo. Entre os presos há três policiais civis e uma doleira. A ação ainda está em andamento.
A investigação, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, apura a participação de policiais, advogados e operadores financeiros.
De acordo com a decisão do juiz Paulo Fernando Deroma de Mello, o grupo teria transformado delegacias especializadas em um centro de negociações para garantir a impunidade de criminosos. Entre as medidas autorizadas estão prisões preventivas, mandados de busca e apreensão e o bloqueio de bens e valores dos investigados.
A investigação aponta que a organização criminosa utilizava métodos sofisticados para ocultar a origem de recursos ilícitos, incluindo o uso de empresas de fachada e a simulação de operações de importação.
Um dos pontos centrais do esquema seria a conversão de dinheiro em espécie em créditos de vales-refeição, operada por meio de estabelecimentos comerciais fictícios.
Os doleiros Leonardo Meirelles e Meire Poza, alvos da Operação Lava Jato, são apontado como operadores do grupo. Segundo o Ministério Público, a rede contava com a colaboração de agentes públicos para evitar fiscalizações e encerrar inquéritos após o pagamento de propina.
A investigação aponta que a organização criminosa utilizava métodos sofisticados para ocultar a origem de recursos ilícitos, incluindo o uso de empresas de fachada e a simulação de operações de importação.
Um dos pontos centrais do esquema seria a conversão de dinheiro em espécie em créditos de vales-refeição, operada por meio de estabelecimentos comerciais fictícios.
Os doleiros Leonardo Meirelles e Meire Poza, alvos da Operação Lava Jato, são apontado como operadores do grupo. Segundo o Ministério Público, a rede contava com a colaboração de agentes públicos para evitar fiscalizações e encerrar inquéritos após o pagamento de propina.
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