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26 de fevereiro de 2026
Por Gabriel Azevedo
São Paulo, 26/02/2026 – A frota aeroagrícola brasileira encerrou 2025 com 2.866 aeronaves, crescimento de 5,3% ante as 2.722 registradas em 2024, segundo levantamento do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), com base no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). É o terceiro ano consecutivo de expansão, após altas de 3,82% em 2023 e 7,21% em 2024. Em 2009, a frota somava 1.498 aeronaves. O avanço acumulado no período é de 91%.
Do total de 2025, 2.834 são aviões de asa fixa, 31 helicópteros e uma aeronave não tripulada. O ano marca o registro da primeira aeronave agrícola autônoma no ambiente regulado brasileiro, um modelo Pelican, da Pyka Inc., de propulsão elétrica.
As empresas de Serviço Aéreo Especializado (SAE) concentram 1.802 aeronaves, o equivalente a 62,9% da frota. Os Trabalhos Aéreos Privados (TPP), formados por produtores, cooperativas e agroindústrias com frota própria, somam 1.040 unidades, ou 36,3% do total. As demais categorias, como governo, escolas e fabricantes, representam menos de 1%.
Entre 2024 e 2025, o saldo líquido foi de 94 aeronaves migrando da categoria TPP para SAE. No acumulado de 2023 a 2025, a migração líquida em direção às empresas prestadoras chega a 119 unidades, segundo o Sindag.
Na análise por fabricante, a Embraer lidera com 1.456 aeronaves em operação, o equivalente a 50,8% da frota nacional. A norte-americana Air Tractor aparece em seguida, com 833 unidades (29,1%). Por modelo, o AT-502B, da Air Tractor, assume a liderança individual, com 372 aeronaves, superando o EMB-201A, com 338 unidades. O EMB-203 soma 351 unidades.
Quanto à origem, 1.456 aeronaves (51%) são de fabricação nacional e 1.410 (49%) são importadas. As importadas cresceram 7,1% em 2025, enquanto as nacionais avançaram 3,6%, de acordo com o levantamento.
Em relação à motorização, 1.978 aeronaves (69%) utilizam motores convencionais a pistão e 886 (31%) são turboélice. Em 2024, a participação era de 71% para pistão e 29% para turboélice.
A idade média da frota é de 22,1 anos, com ano médio de fabricação em 2001. A aeronave mais antiga em operação data de 1959. Por Estado, Mato Grosso lidera com 803 aeronaves, seguido por Rio Grande do Sul (398), São Paulo (328) e Goiás (320).
Juntos, os quatro Estados concentram cerca de 64% da frota nacional. Entre os dez Estados com maior número de aeronaves, apenas o Paraná registrou retração na comparação anual.
Contato: gabriel.azevedo@estadao.com
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