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A Bravo Mining inicia campanha de 28 mil metros de sondagem no depósito Luanga, no Pará, visando ampliar recursos de PGM e apoiar estudo de pré-viabilidade.
18 de fevereiro de 2026
Campanha visa ampliar recursos minerais e sustentar estudo de pré-viabilidade previsto para 2026

Sonda de perfuração no setor central de Luanga. Imagem: Bravo Mining / Divulgação.
A Bravo Mining Corp. anunciou hoje (18) o início de seu programa de exploração mineral de 2026 no depósito Luanga, localizado no Complexo Mineral de Carajás, no estado do Pará. A campanha inclui 28 mil metros de sondagem voltados à expansão e reclassificação de recursos minerais de paládio, platina, ródio, ouro e níquel.
O projeto, de propriedade integral da companhia, mobiliza quatro sondas de perfuração e integra atividades de sondagem e geofísica com o objetivo de ampliar o conhecimento geológico da área e apoiar o estudo de pré-viabilidade (PFS), previsto para o terceiro trimestre de 2026.
Do total previsto, cerca de 22 mil metros serão destinados à perfuração de preenchimento (infill) e de extensão do depósito Luanga. A estratégia visa aumentar o grau de confiança dos recursos minerais existentes, convertendo recursos inferidos em categorias de maior confiabilidade, como Medidos e Indicados.
Além disso, a perfuração de extensão avaliará áreas onde a estimativa atual de recursos minerais ainda é limitada pela falta de dados geológicos abaixo de aproximadamente 200 metros de profundidade, com potencial de expansão dentro de parâmetros de mineração a céu aberto.
As sondas instaladas no local possuem capacidade de perfuração de até 1.200 metros de profundidade.
Uma quarta sonda será dedicada a um programa adicional de 6 mil metros focado em novos alvos regionais e em áreas profundas sob o depósito existente. Segundo a empresa, seis áreas prioritárias foram selecionadas após revisão técnica independente conduzida por especialistas internacionais em geologia e geoquímica de intrusões máfico-ultramáficas.
O programa também inclui uma etapa robusta de estudos geofísicos, que deverão refinar o direcionamento das perfurações e apoiar a avaliação sistemática dos alvos identificados.
Segundo o CEO Luis Azevedo, os alvos regionais e profundos resultam de um processo técnico estruturado, que reuniu análises geológicas, geoquímicas e geofísicas conduzidas por consultores independentes em conjunto com a equipe da empresa.
“Esse trabalho fornece uma estrutura para potencialmente desbloquear valor além do atual recurso mineral, ao mesmo tempo em que reduz riscos do projeto de forma sistemática”, disse.
O início da campanha ocorre após o fortalecimento financeiro da empresa e a criação de uma divisão dedicada à exploração de cobre e ouro.
“Com quatro sondas em operação, estamos avançando um programa equilibrado focado na conversão de recursos, no potencial de crescimento e na exploração sistemática da intrusão de Luanga. As perfurações darão suporte ao estudo de pré-viabilidade, enquanto o programa paralelo reflete nossa crescente confiança no potencial mineral mais amplo da região”, afirmou o CEO Luis Azevedo
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