Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Broadcast Quant
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
30 de janeiro de 2026
Por Laís Adriana
São Paulo, 30/01/2026 – O diretor do Conselho Econômico Nacional dos EUA, Kevin Hassett, defendeu que o Congresso americano precisa aprovar “o mais rápido possível” a nomeação do ex-diretor do Federal Reserve (Fed) Kevin Warsh para comandar o banco central. Hassett, que também disputava o cargo, afirmou que o presidente Donald Trump fez uma “ótima escolha”. “Tenho meu trabalho dos sonhos”, disse, em entrevista à CNBC.
Ao ser questionado, o assessor econômico da Casa Branca se recusou a especular qual será a postura adotada por Warsh ao lidar com a política monetária, afirmando que “apenas ele pode falar sobre isso”. Hassett, no entanto, alegou ter uma boa relação com o escolhido e sinalizou que o governo Trump pretende manter uma comunicação próxima, mas evitou responder se haveria uma ligação direta com o Federal Reserve.
Sobre a recente manutenção dos juros, Hassett criticou a decisão e afirmou que o banco central cometeu um “erro” ao não cortar as taxas, reiterando que não há pressão inflacionária nos EUA. “A inflação não está longe da meta”, disse, acrescentando que “em breve teremos uma explosão pelo lado da oferta que abrirá espaço para que o Fed reduza os juros”, conforme empresas ampliam a criação de indústrias domésticas.
O conselheiro apontou que o fluxo de entrada de capital nos EUA já tem crescido e justificou o recente aumento nos preços de materiais devido a expansão de data centers e indústrias ligadas a inteligência artificial. Segundo ele, é possível manter o crescimento econômico elevado junto a níveis baixos de inflação.
“Com o nosso déficit cada vez menor, as taxas de juros do mercado deveriam se mover para baixo e o Fed deveria cortar juros”, reiterou.
Sobre o dólar, Hassett disse que “há muitas boas razões econômicas” pelas quais o governo Trump quer manter a divisa americana forte, mas ponderou que sua valorização depende de políticas fiscais para ser sustentada.
Contato: lais.almeida@estadao.com
Veja também