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17 de janeiro de 2026
Por Redação, do Estadão
São Paulo, 17/01/2026 – O Conselho de Paz criado pelo presidente americano, Donald Trump, para a Faixa de Gaza, anunciado na sexta-feira, 16, contará com assentos permanentes pelo qual o país-membro que aderir terá de pagar US$ 1 bilhão, informou a Bloomberg neste sábado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi convidado para participar do conselho, mas segundo aliados, estudará o cenário geopolítico antes de tomar uma decisão.
“Cada Estado-Membro terá um mandato não superior a três anos a partir da entrada em vigor da presente Carta, sujeito a renovação pelo Presidente”, afirma uma minuta da Carta do BoP, supostamente vista pela Bloomberg.
“O mandato de três anos não se aplicará aos Estados-Membros que contribuírem com mais de US$ 1.000.000.000 em fundos em dinheiro para o Conselho de Paz no primeiro ano após a entrada em vigor da Carta.”
De acordo com a reportagem da Bloomberg, a carta constitutiva descreve o Conselho da Paz como “uma organização internacional que busca promover a estabilidade, restaurar uma governança confiável e legítima e garantir uma paz duradoura em áreas afetadas ou ameaçadas por conflitos”, que só se tornaria oficial depois que três “Estados-membros” concordassem com a proposta.
Funcionários da Casa Branca não responderam imediatamente ao pedido de comentário da Bloomberg.
Segundo diplomatas europeus, a ideia de Trump é construir uma organização que lidará não apenas com Gaza mas com outros conflitos.
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