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9 de janeiro de 2026
São Paulo, 09/01/2026 – A citricultura brasileira vai ter um Centro de Pesquisa Aplicada em Inovação e Sustentabilidade (CPA Citros) para combater doenças do setor. A iniciativa prevê aporte de R$ 90 milhões nos próximos cinco anos e é fruto de convênio entre a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), que será a sede do centro, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus). O acordo que será assinado na próxima segunda-feira (12), na Esalq, em Piracicaba
(SP).
Conforme comunicado das entidades, a principal linha de trabalho do CPA Citros será promover a formação de novos grupos de pesquisa e consolidar outros já estabelecidos, para o controle do greening, particularmente nas áreas de conhecimento ainda não cobertas atualmente.
A pesquisadora Lilian Amorim, da Esalq/USP e diretora do CPA Citros, disse no comunicado que “o greening exige esse esforço institucional e científico pela sua capacidade de Causar impacto, negativo, na produtividade dos pomares, colocando em risco a sustentabilidade de uma cadeia produtiva. O CPA Citros foi concebido para descobrir caminhos e, muito em breve, oferecer respostas ao manejo mais eficaz da doença. Nosso trabalho terá o foco de atender essa demanda tão importante e minimizar o impacto nas safras”.
Para o diretor-executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres, o CPA Citros representa uma conquista construída de forma coletiva e representa um avanço estratégico para a citricultura. “O centro materializa a união de esforços em torno de um objetivo comum: o fortalecimento sustentável da citricultura paulista. A iniciativa reforça o compromisso do setor com o enfrentamento do greening e com o desenvolvimento de soluções que assegurem a viabilidade econômica e fitossanitária da atividade no futuro”, afirmou Ayres.
(Equipe AE)
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