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10 de dezembro de 2025
Att. Srs. Assinantes,
A nota publicada às 11h15 continha uma incorreção no terceiro parágrafo. A representante da Zetta que participou do evento foi a diretora-executiva, Fernanda Garibaldi, não a vice-presidente Fernanda Laranja, como constava. Segue versão corrigida:e
São Paulo, 10/12/2025 – O aperto no ambiente regulatório brasileiro deve estimular um novo ciclo de fusões e aquisições (M&A) no sistema financeiro, projetaram representantes de fintechs durante seminário sobre o tema organizado pelo escritório Pinheiro Neto Advogados, em São Paulo, nesta quarta-feira.
Nos últimos meses, ataques cibernéticos e a proliferação de crimes digitais expuseram fragilidades na segurança e governança de segmentos financeiros. Em resposta, o Banco Central elevou requisitos mínimos de capital, impôs limites a Prestadores de Serviços de Tecnologia da Informação (PSTI) e proibiu as contas-bolsão, que agrupam o dinheiro de vários clientes em um único titular.
O processo endurece as barreiras de entrada no setor financeiro e inviabiliza instituições sem estruturas de controles mais robustas, na avaliação dos participantes do mercado. Na prática, o cenário deve se traduzir em consolidação da indústria, disse a diretora-executiva da Zetta, Fernanda Garibaldi. “Faz parte do amadurecimento do mercado”, afirmou. A Zetta é a associação que reúne as maiores fintechs do País, como Nubank e Mercado Pago.
A coordenadora de trabalhos da Associação Brasileira de Banking as a Service (Abbaas), Adriana Camargo, prevê uma desaceleração do acirramento concorrencial que resultou da abertura do setor nos últimos anos. O lado positivo é que o movimento favorece as empresas que investiram mais em ferramentas de controle, na visão dele. “Vamos passar por um processo maior de concentração. Vai ser concentrado naqueles que estão mais bem preparados”, ressaltou.
O advogado Bruno Balduccini, sócio da Pinheiro Neto especializado no setor bancário, entende que a guinada na postura regulatória é parte de uma tendência pendular, no momento em que a tecnologia criou desafios. Para ele, houve uma mudança na própria abordagem do BC. “Agora, o BC quer que as fintechs mostrem que adotaram os planos certos”, explicou.
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