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25 de novembro de 2025
Por Marianna Gualter e Célia Froufe
Brasília, 25/11/2025 – O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que vê confusões sobre quais são as atribuições da autarquia em casos que avançam para investigações criminais, como os recentes. Ele enfatizou que a autarquia identifica se há irregularidades em uma operação e a partir disso sua obrigação legal é informar o Ministério Público, para que a entidade siga seu processo investigativo.
Galípolo citou como exemplo uma notícia veiculada durante a Operação Carbono Oculto, que destacou que o presidente do BC viajou ao exterior para participar de uma conferência no dia da operação. “Revela uma expectativa de quem escreveu aquilo, de que o presidente do Banco Central estivesse com a metralhadora na mão, dando chute em uma porta para invadir uma instituição. Não é papel do Banco Central, o Banco Central não faz isso”, afirmou.
Ele participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Contatos: marianna.gualter@estadao.com e celia.froufe@estadao.com
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