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24 de novembro de 2025
Por Anna Scabello
São Paulo, 24/11/2025 – O governo reduziu o contingenciamento previsto no quarto Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias (RARDP), de R$ 12,1 bilhões para R$ 3,3 bilhões, devido à diminuição do déficit primário, que passou de R$ 75,7 bilhões para R$ 34,3 bilhões por abatimentos legais e o abatimento da Programa de Dispêndios Globais (PDG) das estatais. No entanto, o saldo negativo ainda está abaixo do limite inferior estabelecido pelo arcabouço fiscal (-R$ 30 bilhões). A avaliação é do economista-chefe do BGC Liquidez, Felipe Tavares.
Em nota, o economista considera preocupante a piora na situação financeira dos Correios, com déficit estimado de R$ 5,8 bilhões para 2025, além da queda nas receitas administradas pela Receita Federal, o que abre alerta para dificuldades no setor produtivo.
Adicionalmente, Tavares destaca que as emendas parlamentares se tornaram uma solução problemática na dinâmica político-orçamentária do governo. “Desde 2024 percebe-se uma clara correlação positiva entre as grandes batalhas políticas do Planalto e o pagamento das emendas”, observa.
Segundo o economista, o que contribuiu para fechar a conta foi a alta na arrecadação de PIS e COFINS (R$ 5,36 bilhões) e IOF (R$ 1,19 bilhão), além das receitas não administradas, com o crescimento de dividendos (R$ 3,6 bilhões) e RGPS (R$ 1,64 bilhão).
Contato: anna.araia@estadao.com
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