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02/07/2019 14:24

Socialização representa um período importante para definir o temperamento de um cão


São Paulo - SP--(DINO - 02 jul, 2019) - A maioria dos tutores desconhece a existência do período de socialização, que é a fase mais importante na vida de um cão, com início na quarta semana de vida do animal, terminando entre a 14ª e a 16ª. "Exatamente nessa fase, o cérebro do filhote abre-se para colher informações do mundo em que irá viver. Também é uma fase propícia para potencializar a capacidade de aprendizagem do animal", ressalta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.news).

Todas as informações devem ser captadas da maneira mais sublime possível, para evitar traumas, pois qualquer experiência negativa pode acarretar danos irreparáveis à personalidade do animal. Havendo uma grave ocorrência nessa idade, nem um tratamento profissional realizado por um adestrador conseguirá solucionar 100% do problema, diferente de um trauma adquirido após esse período.

"O cérebro do filhote funciona como um arquivo que se abre para colher informações, que são armazenadas em pastas, para que no futuro sejam utilizadas, não importando se são positivas ou negativas. Ao término deste período, esse arquivo se fecha e a "chave" é jogada fora. As informações captadas e armazenadas ajudarão esse animal a sobreviver", relata Vininha F. Carvalho.

O desenvolvimento do comportamento do animal no seu dia a dia está alicerçado nos seus sentidos, sejam os auditivos, visuais ou olfativos, capazes de colher informações que serão mandadas para seu cérebro, para serem cruzadas com as obtidas durante o período de socialização. Ao procurar e não encontrar informações sobre um determinado tipo de experiência pelo qual está passando, o cão se deparará com uma pasta vazia, onde estará escondido o medo. Consequentemente, esse processo desencadeia uma descarga de adrenalina muito grande no organismo do animal, podendo provocar problemas gástricos.

A melhor maneira de evitar este tipo de problema, muito frequente em animais que apresentam medo ao andar pelas ruas, reagindo de forma excessivamente assustadora ou agressiva com outros de sua espécie, carros e até mesmo contra os seres humanos, é que o tutor procure um profissional com especialização comprovada, que saberá como orientá-lo de forma adequada.

"Ensinar alguns truques ao animal pode ajudar a facilitar algumas tarefas e, também é uma forma de educá-lo a obedecer aos comandos do tutor. Mas, é preciso ter muito cuidado com curiosos, falsos adestradores, pois uma orientação errada poderá prejudicar toda vida do animal", salienta Vininha F. Carvalho.



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