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26/06/2017 16:02

Computação em nuvem: quatro pontos para acertar na implementação


(DINO - 26 jun, 2017) - Um estudo recente da consultoria IDC mostra que no último ano as empresas latino-americanas têm adotado a computação em nuvem de forma mais ampla e profunda. A estimativa é que os investimentos em serviços de nuvem pública e privada cheguem a 3,6 bilhões de dólares no último ano ? e isso em um momento em que a maioria dos países da América Latina sofre com a recessão econômica. A seguir, separamos algumas dicas para auxiliar os gestores de TI a evitar erros que são comuns durante a implementação de um projeto de computação na nuvem, veja:1. Escolha o modelo adequado de nuvemO primeiro passo é escolher qual modelo se encaixa nas necessidades e objetivos de negócio. Existem basicamente três tipos de nuvens: a pública, a privada e a híbrida. A pública é o tipo mais utilizado nas empresas por ser segura, adequada à utilização de softwares como serviços (SaaS), e permite ampliar a capacidade de armazenamento. Já a nuvem privada foi criada para atender às necessidades de um único negócio. Ela pode ser implementada internamente para atender diversas filiais, por exemplo, ou ser fornecida por um provedor. Por fim, existe a opção pelo modelo híbrido, que mescla ambos os serviços. Uma escolha errada pode ter custos excedidos, trazer conflitos com os sistemas já instalados e também frustrar as expectativas do gestor de TI. 2. Faça uma migração gradual Para migrar do modelo tradicional para a nuvem não basta apenas "virar uma chave". Não pular etapas é importantíssimo. Uma decisão apressada pode ter impacto negativo, pois os colaboradores terão pouco tempo para entender como funciona a nova estrutura. Opte por uma migração gradual que traz de forma mais suave o impacto no dia a dia da operação. 3. Valorize a segurança da informação Muitas das preocupações com a segurança dos dados que fazem parte do modelo tradicional de infraestrutura de TI são deixadas de lado pelos gestores de TI ao adotarem a computação em nuvem. Além disso, há quem escolha seus fornecedores procurando por preços mais baixos, e não por conta de sua capacidade de segurança, o que é um erro. Cuidado ao escolher, certifique-se de ter todas as garantias de segurança, pois isso pode acarretar em sérios prejuízos em médio e longo prazo, como, por exemplo, a perda de dados. Ao contratar uma solução da Google Cloud Platform, por exemplo, há a garantia de um supplier que utiliza os equipamentos avançados, as melhores ferramentas e trabalha com rígidas práticas de segurança.4. Faça um bom plano de contingênciaPor melhor que o fornecedor de serviços de nuvem seja, ele pode enfrentar problemas físicos em algum momento, como, por exemplo, incêndios ou inundações no centro de operações e falência do provedor. Por isso é fundamental ter um plano de contingência, em que todas as possibilidades sejam levantadas antes de fechar o contrato de prestação de serviços. Cheque as responsabilidades do provedor no contrato e eduque seus colaboradores para que eles ajam com rapidez caso o pior aconteça. Ao implantar um serviço de computação em nuvem da Google, o gestor terá à sua disposição ferramentas que mitigam riscos e facilitam a recuperação dos dados.*Cláudio Santos é CEO da Santo Digital, empresa líder em revenda de aplicativos G Suite e Google Cloud Platform para empresas.

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