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23/03/2018 11:10

Confira, com Rodrigo Terpins, inovações das varejistas para entregar os produtos do e-commerce


(DINO - 23 mar, 2018) - Não é novidade a adesão cada vez maior da população às novas tecnologias. Afinal, em geral, elas facilitam - e muito - a vida, em especial, quando o assunto são compras. Atualmente, só vai "bater perna" atrás de produto quem quer, já que a maioria das mercadorias estão disponível no comércio eletrônico. No entanto, para isso, há um preço, receber as compras em casa, por exemplo, exige o pagamento de frete - situação que, muitas vezes, desmotiva o cliente a entrar no e-commerce. "Frete grátis" é uma forma de atrair o comprador, mas, pode representar um grande custo para o varejista. Pensando nisso, as companhias estão em busca de alternativas para que seja possível entregar os produtos ao cliente de forma rápida e com o menor custo possível para os dois lados. Quem apresenta algumas soluções achadas pelas comerciantes é o empresário do ramo varejista, Rodrigo Terpins.

Retirar o produto na loja

Hoje, já é possível, em algumas varejistas, retirar na loja o produto que foi comprado através do online - ao invés de receber a encomenda em casa. Desta forma, o custo de transporte e logística diminui - e o cliente não precisa pagar pelo frete.

A modalidade tem ganhado popularidade, na Via Varejo - empresa administradora das redes Casas Bahia, Pontofrio e Extra - o "Retira Loja" já é responsável pelas entregas de 28% dos produtos elegíveis comprados através da internet, reporta Rodrigo Terpins.

Contudo, para que fosse possível atender melhor a demanda por esse tipo de entrega, foi necessário que as lojas da Via Varejo passassem por reformulações - por sua vez, as 70 lojas que serão inauguradas este ano, já serão equipadas com a nova configuração.

Retirar o produto em agências de correio e em postos de gasolina

Aqui vem a grande novidade. Não contente em apenas dar ao seu cliente a opção da retirada na loja do produto comprado online, a Via Varejo, desde a segunda metade de janeiro, está investindo na opção de retirar os produtos em agências do Correio e em armários, distribuídos em postos de gasolina. Rodrigo Terpins reforça que essas duas opções são válidas para compras feitas no site da Casas Bahia, Pontofrio e Extra. Segundo o que foi divulgado no início dessas operações, o serviço só passaria a ter algum custo adicional para os clientes, a partir do segundo mês de funcionamento - quando uma taxa de conveniência passaria a ser cobrada.

Logo que foi lançado, o serviço - que tem prazo de entrega de sete dias - já haviam 43 agências dos Correios cadastradas, em 11 Estados, para receberem as compras via e-commerce. Contudo, a previsão para os próximos meses, era a ampliação deste número de filiais, acentua o varejista Rodrigo Terpins.

Os armários, por sua vez, estão espalhados por postos de gasolina Ipiranga em São Paulo - nos bairros Paraíso, Itaim Bibi, Jardim Paulista e Moema. Nesse caso, o comprador recebe um código QR Code no seu celular, enviado por e-mail ou SMS, que destranca o armário. Estes são operados pela Total Express.

A Via varejo explicou que, para ela, o custo de entrega nesses lugares estabelecidos é menor que na casa do consumidor - isso porque, "à medida que a escala de utilização do serviço for crescendo, o custo logístico da operação para a Via Varejo vai ficando cada vez menor em relação a entregas em domicílio", garantiu ela.

"Hoje já temos a retirada dos produtos em lojas, que têm grande adesão. Com as opções de lockers (armários) ou retirada nos Correios, queremos oferecer maior comodidade e o menor atrito possível na compra", afirmou o diretor de multicanalidade da Via Varejo, Flávio Salles. Ele enfatizou que a vantagem dos armários é a disponibilidade 24 horas por dia. "Quem trabalha durante o dia e não está em casa para receber a encomenda pode recolher o item na hora que quiser", completou Salles.

Mas por que postos de gasolina? De acordo com Flávio Salles a escolha foi devido à segurança. O diretor explicou que esses locais costumam ser muito movimentados e possuem um monitoramento de segurança próprio. A ideia é que essa praticidade toda seja testada por três meses e, em seguida, possa ser expandida para o resto do Brasil. Rodrigo Terpins reporta que a previsão é que a cidade do Rio de Janeiro seja a próxima a receber os lockers.

Website: http://www.rodrigoterpins.com.br

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