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16 de setembro de 2025
Por Cynthia Decloedt
São Paulo, 17/09/2025 – O Head de Debt Capital Markets (DCM) do J. Safra Investment Banking, Rafael Garcia, afirmou que todos trabalham com um cenário base de que a tributação de títulos até agora isentos de Imposto de Renda sobre o ganho, como as debêntures e os certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliário, vai acontecer. No entanto, acrescentou que “parece estar se consolidando a possibilidade de as debêntures incentivadas não serem tributadas”.
O sócio-diretor da Valora Investimentos, Alessandro Vedrossi, acrescentou que será o setor produtivo a pagar a conta da tributação dos títulos incentivados, uma vez que o emissor terá de pagar um prêmio maior nas captações. “Infelizmente, se isso acontecer, a conta vai cair no setor produtivo, o que é péssimo, porque o recurso do mercado de capitais tem sido relevante para os setores”, disse.
O sócio-fundador da Capitânia Investimentos, Arturo Profili, defendeu a isenção para investidores de longo prazo. “Temos a visão de que deveríamos privilegiar o investidor de longo prazo. A matéria escassa é o dinheiro de longo prazo. Temos de aculturar os investidores para alocar no médio e longo prazo”, afirmou.
Já para o Chief Investment Officer (CIO) de Crédito e Alternativos da Safra Asset, Rafael Quintas, o impacto do fim da isenção na intenção de alocação dos investidores deve ser baixo. “Um fato é que os papéis entraram na carteira dos clientes de forma estrutural. Já é um ativo que está na carteira de todos e não deve afetar de maneira material os investimentos das pessoas físicas e dos fundos”, disse.
Contato: cynthia.decloedt@estadao.com
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