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28 de janeiro de 2026
Por Flávia Said, Cícero Cotrim e Mateus Maia
Brasília, 28/01/2026 – O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, disse há pouco que a eleição de 2026 não vai ser impeditivo para emissões externas ao longo de 2026. “Claro, sempre em ano eleitoral se pode ter um pouco mais de volatilidade, uma incerteza maior, mas para o investidor externo – isso está bem evidente nos últimos meses, especialmente no começo desse ano – que a questão do período eleitoral não está sendo vista como uma grande questão para aumentar a exposição aqui no mercado brasileiro”, disse.
“Na minha leitura, não acho que isso [eleição] tem sido ou vai ser ao longo do ano algum impeditivo para a execução da estratégia no mercado externo”, prosseguiu. Ele sustentou que o Brasil é um País estável institucionalmente. “Não vejo grandes riscos em relação a esse fator”, completou.
Segundo o secretário, a ideia para este ano é aumentar as emissões nos EUA. “Nossos pares emitem quatro vezes mais”, argumentou. Ceron ainda disse que seria natural que a primeira emissão externa do ano seja no mercado americano, mas evitou cravar essa possibilidade. “Dado que a gente vai ter uma quantidade, uma frequência maior de emissões no mercado americano, é natural que ela tenda a ser, tem uma probabilidade maior de a primeira emissão ser no mercado americano. Pode ser que não, dependendo das condições de mercado”, disse.
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