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20 de novembro de 2025
Por Redação, do Estadão
São Paulo, 20/11/2025 – Jorge Messias, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), se tornará mais um ministro da Corte com o visto para os Estados Unidos cancelado, caso seja confirmado pelo Senado no posto deixado pela aposentadoria de Luís Roberto Barroso.
Como chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Messias foi incluído numa leva de autoridades brasileiras que tiveram o visto cancelado em 22 de setembro. A função da AGU é defender a União em disputas jurídicas. O cancelamento é uma reação do governo Donald Trump à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e pune o que a diplomacia americana chamou de uma “rede-chave” de apoio a Alexandre de Moraes, o ministro relator da ação sobre a trama golpista no Supremo Tribunal Federal.
Na ocasião, além de Messias, tiveram os vistos cancelados José Levi, ex-procurador da República; Benedito Gonçalves, ex-corregedor eleitoral e ministro do STJ; Airton Vieira, juiz auxiliar e assessor do STF; Marco Antonio Martin Vargas, ex-assessor eleitoral do ministro Alexandre de Moraes; Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, juiz auxiliar de Moraes; e Cristina Yukiko Kusahara Gomes, juíza auxiliar de Moraes no STF.
Ao comentar a atitude da diplomacia americana ainda em setembro, Messias disse que a situação já era “página virada” e que estava focado apoiar Lula em negociações comerciais e na busca de alternativas para enfrentar o aumento do tarifaço imposto por Washington.
Outros sete ministros do STF estão com o visto cancelado: Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Carmen Lúcia, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e Flávio Dino. Barroso, cuja aposentadoria gerou a vaga agora ocupada por Messias, também teve a permissão para visitar o país norte-americano revogada.
Apenas três ministros da composição atual da Suprema Corte podem viajar aos Estados Unidos: Nunes Marques, André Mendonça e Luiz Fux. Alexandre de Moraes ainda foi sancionado com a lei Magnitsky, que impede que ele faça qualquer transação econômica com empresas dos Estados Unidos.
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