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7 de janeiro de 2026
Por Isabella Pugliese Vellani
São Paulo, 07/01/2026 – Com a desaceleração a 2% da taxa anual de inflação ao consumidor (CPI, pela sigla em inglês) da zona do euro e uma esperada leve desaceleração no crescimento dos preços nos próximos meses, o Banco Central Europeu (BCE) pode “se dar ao luxo” de esperar por mais direções sobre a economia antes de decidir seu próximo movimento nas taxas de juros, avalia o ING.
Em análise, o banco holandês recorda que o BC europeu espera que a inflação fique ligeiramente abaixo da meta em 2026 e 2027, antes de retornar a 2% em 2028. “Com expectativas como essas, espera-se que as taxas de juros permaneçam estáveis por enquanto. O BCE tem se referido à situação atual como ‘o bom lugar’ e é improvável que mude esse mantra”, escreve.
O ING não espera uma queda significativa da inflação abaixo de 2%, embora mencione que o cenário “não é inimaginável”. Para o banco, ao longo deste ano, espera-se que mais pressão ascendente sobre a inflação retorne, à medida que os gastos fiscais devem dar um impulso modesto ao crescimento econômico.
Contato: isabella.vellani@estadao.com
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