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30 de novembro de 2025
Tegucigalpa, 30/11/2025 – Os hondurenhos começaram a votar hoje para eleger um novo presidente, apenas alguns dias depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter intervindo numa disputa acirrada com o apoio a um candidato e anunciado que concederia indulto a um ex-presidente. Além de um novo presidente, os eleitores elegerão um novo Congresso, bem como centenas de cargos locais.
Entre os cinco candidatos à presidência na cédula eleitoral, as pesquisas indicavam que três tinham chances de vencer e estavam em uma disputa acirrada. São eles:
-Rixi Moncada, 60, que atuou como secretária de Finanças e, posteriormente, como secretária de Defesa no atual governo da presidente Xiomara Castro, antes de se candidatar à presidência pelo partido social-democrata LIBRE (Liberdade e Refundação).
-Salvador Nasralla, que concorre pela quarta vez à presidência, desta vez como candidato do Partido Liberal, de centro-direita.
-O ex-prefeito de Tegucigalpa Nasry “Tito” Asfura, que carrega o manto do também conservador Partido Nacional.
Moncada promete “democratizar” uma economia ainda definida pela extrema riqueza e pobreza. Nasralla se apresenta como o forasteiro capaz de acabar com a corrupção endêmica do país. E Asfura tenta restaurar o Partido Nacional como uma força pró-mercado, manchada por episódios anteriores de corrupção presidencial.
A situação de segurança em Honduras melhorou nos últimos anos, com a queda contínua dos homicídios em toda a região, mas o país ainda apresenta a maior taxa de homicídios da América Central. Os hondurenhos afirmam que segurança e emprego continuam sendo suas principais prioridades, apesar do fortalecimento da economia durante o governo Castro.
A disputa presidencial havia se concentrado principalmente em acusações mútuas entre os candidatos sobre planos de manipulação de votos até a semana passada, quando Trump declarou apoio a Asfura e atacou seus oponentes, o mais recente sinal do renovado interesse dos Estados Unidos pela América Latina.
Então, Trump chocou os hondurenhos ao anunciar na sexta-feira, 28, que concederia indulto ao ex-presidente Juan Orlando Hernández , que cumpria pena de 45 anos em uma prisão americana por ajudar traficantes de drogas a transportar cocaína para os Estados Unidos.
Não estava claro qual seria o impacto de Trump nas eleições, mas foi a mais recente demonstração da disposição do governo dos EUA em se envolver diretamente na região, e ocorreu em um momento de tensões já elevadas devido ao aumento da presença militar americana no Caribe e às ameaças de Trump contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
Os hondurenhos ficaram apreensivos com a repentina atenção dos EUA e esperavam, no mínimo, uma eleição pacífica.
Ao anunciar o início da votação hoje, a presidente do Conselho Nacional Eleitoral, Ana Paola Hall, pediu aos candidatos que respeitassem as regras e não declarassem vitória antes da confirmação do vencedor pelo conselho.
A votação deve encerrar às 17h, horário local (20hs no horário de Brasília), no domingo. O conselho planejava divulgar os resultados preliminares às 21h (00h no horário de Brasília, mas tem até 30 dias para anunciar oficialmente o resultado final.
Mais de 4.000 observadores eleitorais hondurenhos e estrangeiros se espalharam pelos quase 6.000 locais de votação em todo o país. Fonte: Associated Press
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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