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20 de novembro de 2025
Por Redação, do Estadão
São Paulo, 20/11/2025 – A Organização das Nações Unidas (ONU) já havia alertado, na semana passada, para a necessidade de “reparos urgentes” nas instalações da Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP30) em carta recente à presidência do evento e ao governo do Pará. Um incêndio atingiu um dos pavilhões da Zona Azul na tarde desta quinta-feira, 20, em Belém.
Na carta, remetida no dia 12, a organização mencionou uma série de problemas, como vazamentos de água que teriam atingido o teto e luminárias durante episódios de chuva forte. “Criando não apenas interrupção, mas também potenciais riscos de segurança devido à exposição elétrica”, apontou.
De três páginas, o documento é assinado pelo chefe da UNFCCC (braço de clima da ONU), Simon Stiell. “Dada a frequência de chuvas em Belém, são necessários reparos urgentes e medidas de impermeabilização para evitar danos futuros e garantir que todas as áreas afetadas permaneçam seguras e operacionais”, completou.
Em nota, a Presidência da COP30 informou que o incêndio está controlado e não deixou feridos. “As equipes de bombeiros e segurança atuaram prontamente e seguem monitorando o local”, acrescentou.
Na carta, a ONU também aborda o que chama de “incidente de segurança”, ocorrido em 11 de novembro, quando manifestantes forçaram a entrada das instalações. “As forças de segurança e a estrutura de comando necessárias para executar o plano de segurança estavam todas presentes no local durante o incidente, mas não agiram”, diz o documento.
Após o caso, uma reunião foi convocada com autoridades de segurança. O esquema de restrição e controle de acesso passou por diversas alterações.
Além disso, em carta, a ONU reclamou de altas temperaturas e ar condicionado inadequado. “Em muitos locais, os sistemas de ar-condicionado estão inoperantes ou ainda não instalados. Esta situação já levou a casos de preocupações de saúde relacionadas ao calor entre participantes e funcionários”, acrescentou.
Por fim, também foram criticadas as condições dos escritórios de delegação, pavilhões e outras instalações. “As condições entregues em vários casos estão abaixo dos padrões acordados e, em algumas instâncias, não são adequadas para uso”, apontou.
Também mencionou múltiplas reclamações sobre a condição das instalações sanitárias, incluindo portas e acessórios quebrados. “Essas questões criaram considerável desconforto e preocupação reputacional para delegações e participantes”, pontuou.
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