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3 de dezembro de 2025
Por Pedro Lima
São Paulo, 03/12/2025 – O Relatório Internacional da Dívida, divulgado pelo Banco Mundial, aponta que o Leste da Ásia e o Pacífico registraram estabilidade no endividamento externo em 2024, após dois anos de queda moderada. Segundo o documento, o estoque total da dívida externa da região ficou em US$ 3,409 trilhões, ligeiramente abaixo dos US$ 3,417 trilhões observados em 2023. De acordo com o Banco Mundial, o montante corresponde a 16% da renda nacional bruta e 63% das exportações, proporções que refletem a robustez da base externa regional.
O serviço da dívida apresentou níveis relativamente baixos, consumindo 9% das exportações e 2% da renda nacional. Os fluxos financeiros líquidos somaram US$ 119 bilhões, impulsionados principalmente por US$ 109 bilhões em investimentos de participação acionária. Já os fluxos líquidos de dívida foram limitados, com apenas US$ 10 bilhões.
A dívida pública e garantida pelos governos fechou 2024 em US$ 951 bilhões, com os credores oficiais respondendo por US$ 228 bilhões. Entre os multilaterais, o Banco Mundial detinha US$ 71 bilhões, mantendo posição relevante no financiamento de longo prazo. Os credores privados seguiram dominando esse segmento, somando US$ 723 bilhões em títulos e empréstimos. Já a dívida privada sem garantia estatal caiu para US$ 881 bilhões, refletindo menor apetite corporativo pelo endividamento externo.
A região também manteve elevado nível de dívida de curto prazo, que atingiu US$ 1,508 trilhão. O montante de longo prazo diminuiu para US$ 320 bilhões, enquanto os pagamentos de principal recuaram para US$ 351 bilhões. Para o Banco Mundial, o comportamento da dívida na região em 2024 indica um movimento de ajuste gradual, apoiado por fluxos de investimento estáveis e por um ambiente financeiro menos volátil do que em outras partes do mundo emergente.
Contato: pedro.lima@estadao.comP
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