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25 de novembro de 2025
Por Anna Scabello
São Paulo, 25/11/2025 – A melhora no déficit em transações correntes em outubro está principalmente atrelada ao comportamento da balança comercial, que apresentou superávit maior na margem, a despeito do cenário menos favorável para exportações, ainda como consequência das restrições tarifárias dos Estados Unidos no período. A avaliação é do economista Leonardo Costa, do ASA.
Em relação ao Investimento Direto no País (IDP), o economista destaca o desempenho relevante, com um ingresso próximo de US$ 11 bilhões, mantendo a tendência de aumento no acumulado em 12 meses. Por essa métrica, o IDP (US$ 80,081 bilhões) superou o déficit em conta corrente (US$ 76,727 bilhões) pela primeira vez desde janeiro.
Conforme informou o Banco Central, o IDP somou US$ 10,937 bilhões em outubro, acima do teto da pesquisa Projeções Broadcast, de US$ 8 bilhões. Já o déficit em conta corrente foi maior do que a mediana do mercado, de saldo negativo de US$ 4,550 bilhões.
A despeito do resultado melhor de outubro, Costa ressalta que o quadro ainda exige cautela, com o déficit em transações correntes no acumulado em 12 meses elevado, próximo de 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB). “Em um ambiente global ainda apertado e com maior incerteza comercial, a combinação de déficit externo elevado e necessidade contínua de financiamento reforça uma avaliação mais prudente do setor externo”, frisa.
Contato: anna.araia@estadao.com
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