Economia & Mercados
10/11/2023 19:45

ATT: Abiclor: produção de cloro no 1Sem23 somou 535,3 mil toneladas, alta de 2,7% ante 1Sem22


Att. Srs. Assinantes,

No texto publicado às 18h44, havia uma incorreção no título. O período que soma a produção brasileira de cloro em 535,3 mil toneladas é referente ao primeiro semestre deste ano, registrando uma alta de 2,7% ante o primeiro semestre de 2022, e não em relação ao segundo semestre do ano passado, como constava anteriormente. A comparação é anual sobre o mesmo período. Segue a nota corrigida:


Por Jorge Barbosa

São Paulo, 10/11/2023 - A produção brasileira de cloro de janeiro a junho deste ano somou 535,3 mil toneladas, valor 2,7% superior ante o primeiro semestre de 2022. Já o consumo cativo de cloro (quando ele é utilizado internamente para a produção de outros químicos) foi maior em 1,9% superior no mesmo intervalo de comparação, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor).

Dentro do indicador de consumo, a associação apontou como destaques as maiores compras de dicloreatano (DCE), ácido clorídrico e hipoclorito de sódio. Segundo a Abiclor, a taxa de utilização das plantas brasileiras foi de 75%. Se elevado o indicador ao máximo, o País consegue produzir 1,5 milhão de toneladas de cloro ao ano, valor equivalente a 2% da capacidade mundial.

A produção de soda cáustica, que acontece de forma conjunta com o cloro, foi de 588 mil toneladas no primeiro semestre de 2023. As vendas internas do produto, por sua vez, caíram 1,5%, com destaque para menores compras nos setores de papel celulose, petroquímica e tratamento de água. O uso cativo de soda cáustica também foi 5,6% abaixo do necessário, segundo a Abiclor.

Apesar dos resultados favoráveis no primeiro semestre de 2023, o presidente-executivo da Abiclor, Milton Rego, avaliou que o setor precisa crescer 15% para retomar o potencial nacional de produção que tinha há 10 anos.

“O Brasil precisa resolver um tema fundamental para a sua competitividade, que são os custos de matérias primas, como o gás natural e a eletricidade. Além disso, temos questões de logística e infraestrutura, tributação, ambiente regulatório e segurança jurídica que dificultam o crescimento do setor. É necessário implementar ações para reverter esse quadro com alcance social do segmento, transição verde como ferramenta de competitividade e inserção no mercado internacional”, afirmou Milton.

Contato: jorge.barbosa@estadao.com
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